O prefeito levou Polixena para a cidade onde residia e ordenou que a encerrassem num aposento.
2E um dos soldados apoderou-se de Rebeca; mas a jovem, escapando às ocultas, acolheu-se à casa de uma anciã, que a recebeu com bondade e cuidou dela com carinho.
3E sentando-se chorava, dizendo: Ai de mim, irmã Polixena; julgava eu em minha miséria que ninguém padecia tanto quanto eu, mas agora reconheço que todas as minhas aflições passadas não se comparam a um só dia das tuas.
4E o mais doloroso de tudo é que fui separada de ti e caí novamente no cativeiro; mas busca-me até mesmo no outro mundo, minha irmã Polixena!
5Disse-lhe a anciã: Que tens, filha, que choras tão amargamente?
6Respondeu Rebeca: Deixa-me chorar, mãe, a dor incurável do meu coração.
7A anciã, profundamente comovida, chorou com ela ao ouvir tudo quanto lhe acontecera e como através de Polixena crera em Cristo.
8Também Polixena, encerrada na câmara, dizia: Ai de mim, desventurada! Ai de mim, miserável! Agora sei claramente quanto o diabo odeia a virgindade; mas, ó Senhor Jesus Cristo, Deus de todos, já que não ouso suplicar-Te por mim mesma, trago-Te as orações do Teu santo pregador Paulo, para que não permitas que ninguém destrua minha virgindade.