Um santuário para textos que quase ninguém publica
O Lux Veritas nasceu de uma frustração simples: encontrar o Livro de Enoque, Jubileus ou o Evangelho de Tomé em português decente, com índice, busca e áudio — e não conseguir.
Acervo raro, reunido em um lugar
Além dos 76 livros canônicos, o Lux Veritas guarda 95 livros apócrifos e pseudepígrafos — Enoque, Jubileus, Jasher, Evangelho de Tomé, Odes de Salomão — e 5 registros de manuscritos antigos. É material que normalmente está espalhado em PDFs mal digitalizados, sem índice e sem áudio.
Leitura sem ruído
Nenhum pop-up cobrindo o texto, nenhuma tela pedindo cadastro antes da primeira linha. Tipografia serifada, fundo de pergaminho e o versículo destacado enquanto a narração avança. O que precisa de conta é só o que guarda algo seu.
Narração capítulo por capítulo
O áudio é gerado com voz neural e alinhado versículo a versículo, para acompanhar a leitura em vez de disputar com ela. Todo capítulo do acervo tem trilha própria.
Estudo com contexto, não com achismo
O Oráculo e o estudo por tema respondem sempre a partir de passagens reais, citando livro e capítulo, para você conferir no próprio texto ao lado.
De onde vem cada texto
Os livros canônicos usam traduções em domínio público (tradição João Ferreira de Almeida em português e King James em inglês). Os apócrifos e pseudepígrafos vêm de edições críticas e traduções também em domínio público, revisadas para leitura corrida: capítulos e versículos numerados, grafia modernizada, notas de aparato removidas do corpo do texto.
Onde há divergência séria entre manuscritos, a página do livro traz a nota editorial explicando o que foi seguido. A seção Manuscritos reúne os registros de Sinaítico, Vaticano, Peshitta, Septuaginta e do papiro P52, com o que cada um preserva.
Nada aqui é apresentado como cânone oficial de nenhuma igreja: apócrifo é apócrifo, e o site diz isso na cara do texto. A intenção é dar acesso e contexto, não substituir sua tradição de fé nem discutir com ela. Veja também as licenças e créditos.
Quem mantém
O Lux Veritas é feito por Pryvion Studio, estúdio independente de Diego Ferreira da Costa — uma pessoa só, sem equipe editorial e sem investidor. O mesmo acervo também existe como aplicativo na Google Play.
Servidor, banco de dados, geração de áudio e as consultas de IA têm custo por uso — cada capítulo ouvido e cada pergunta ao Oráculo é uma conta a pagar no fim do mês. É isso que o Premium sustenta: quem assina mantém o acervo aberto para quem só quer ler. Sem paywall no texto bíblico, hoje e depois.
Achou um erro de digitação, um capítulo faltando ou um versículo trocado? Isso é o tipo de mensagem que eu mais quero receber — fale comigo.