1Capítulo 5 — Os deveres dos diáconos, dos jovens e das virgens.
2Sabendo, então, que “de Deus não se zomba”, devemos andar dignos de Seu mandamento e glória.
3Da mesma forma, os diáconos deveriam ser irrepreensíveis diante da Sua justiça, como servos de Deus e de Cristo, e não dos homens.
4Não devem ser caluniadores, de língua dúbia ou amantes do dinheiro, mas temperantes em todas as coisas, compassivos, trabalhadores, andando segundo a verdade do Senhor, que foi o servo de todos.
5Se Lhe agradarmos neste mundo presente, receberemos também o mundo futuro, de acordo com Ele nos prometeu que nos ressuscitará dentre os mortos, e que se vivermos dignamente Dele, “também reinaremos juntamente com Ele”, desde que apenas acreditemos.
6Da mesma forma, que os jovens também sejam irrepreensíveis em todas as coisas, tendo especial cuidado em preservar a pureza e mantendo-se protegidos, como se fossem um freio, de todo tipo de mal.
7Pois é bom que eles sejam afastados das concupiscências que existem no mundo, visto que "toda concupiscência guerreia contra o espírito"; e "nem os fornicadores, nem os efeminados, nem os abusadores de si mesmos com a humanidade, herdarão o reino de Deus", nem aqueles que fazem coisas inconsistentes e impróprias.
8Portanto, é necessário abster-se de todas estas coisas, estando sujeito aos presbíteros e diáconos, como a Deus e a Cristo.
9As virgens também devem andar numa consciência pura e irrepreensível.