Apócrifos
Salmos de Salomão
Psalmoi Solomontos
18 capítulos · leitura e narração
Nota de leitura
Texto apócrifo ou pseudepígrafo — não faz parte do cânone das igrejas ocidentais, mas circulou amplamente entre judeus e cristãos antigos. Publicado aqui a partir de tradução em domínio público, revisado para leitura corrida.
Capítulos
Dossiê
Dezoito salmos escritos na geração que viu um general romano entrar no Santo dos Santos — e que precisou explicar a si mesma como Deus permitiu aquilo.
De onde vem este texto
Compostos em hebraico em meados do século I a.C., logo após a tomada de Jerusalém por Pompeu, em 63 a.C. Sobreviveram apenas em grego e siríaco. Aparecem listados em índices de manuscritos bíblicos antigos, embora o texto em si nem sempre esteja ali.
Por que não está na Bíblia
Fora dos cânones. Chegaram a constar em listas de livros anexos a manuscritos gregos, sinal de que eram tratados com respeito, mas nunca foram recebidos como Escritura.
O que você vai encontrar
- Os salmos 17 e 18 trazem a descrição messiânica mais detalhada da literatura judaica pré-cristã — o Filho de Davi que purifica Jerusalém sem exército.
- A morte de Pompeu no Egito é lida como resposta direta à profanação do Templo.
- A crítica interna à aristocracia sacerdotal é tão dura quanto a feita ao invasor.
Perguntas frequentes
- Os Salmos de Salomão são os mesmos salmos da Bíblia?
- Não. São dezoito poemas distintos, escritos cerca de novecentos anos depois de Salomão, e não têm relação com o livro de Salmos canônico.