LUX VERITAS

Apócrifos · Capítulo 4 de 18

4 Macabeus 4

Filosofia

E por que é estranho que os desejos da alma pela participação na beleza sejam anulados?

2É por esta razão que o temperante José é louvado: pela razão, ele superou o impulso sexual.

3Pois quando jovem e na flor da idade, pela razão anulou o frenesi das paixões.

4E a razão mostra-se soberana não apenas sobre o frenesi do desejo sexual, mas sobre todo outro desejo.

5A lei diz: Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem coisa alguma que seja de teu próximo.

6Certamente, quando a lei nos diz para não cobiçar, eu poderia provar-vos mais convincentemente que a razão é capaz de controlar os desejos.

7E assim é com as paixões que impedem a justiça.

8Como poderia alguém que é glutão solitário ou glotão ou beberrão ser educado, a não ser que a razão seja claramente soberana sobre as paixões?

9Assim que alguém vive de acordo com a lei, mesmo que seja amante do dinheiro, é forçado a agir contrariamente à sua natureza.

10Emprestando aos necessitados sem juros e cancelando a dívida quando chega o sétimo ano.

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Palavras deste capítulo

O que estas palavras diziam no original — e onde mais elas aparecem.

Sobre 4 Macabeus

Texto apócrifo ou pseudepígrafo — não faz parte do cânone das igrejas ocidentais, mas circulou amplamente entre judeus e cristãos antigos. Publicado aqui a partir de tradução em domínio público, revisado para leitura corrida.