1E não nos enojemos nem nos indignemos, sendo tolos, quando alguém nos admoesta e nos converte da injustiça para a justiça.
2Pois às vezes, quando fazemos o mal, não o percebemos por causa da dupla mente e da incredulidade presentes em nossos corações.
3E somos obscurecidos em nosso entendimento por nossos desejos vazios.
4Pratiquemos a justiça, portanto, para que no fim sejamos salvos.
5Bem-aventurados os que obedecem a estas ordenanças. Embora sofram um breve tempo neste mundo, colherão o fruto imortal da ressurreição.
6O homem piedoso não se entristeça se for afligido nos tempos presentes.
7Um tempo abençoado o espera. Aquele, vivendo novamente acima com os pais, se regozijará por uma eternidade sem pesares.
8Ao único Deus invisível, Pai da verdade, que nos enviou o Salvador e autor da imortalidade, por quem também nos manifestou a verdade e a vida celestial, a ele seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém.