Chegamos, portanto, ao centro de nossa tese; para este ponto mirávamos e para ele nos preparávamos no preâmbulo que acabamos de concluir, a fim de abordar agora a controvérsia à qual nos desafiam os adversários. Eles apresentam as Escrituras e, com essa insolência, logo influenciam alguns. No confronto, porém, fatigam os fortes, apanham os fracos e deixam os vacilantes em dúvida. Por isso, opomos-lhes acima de tudo esta medida: não admiti-los a discussão alguma sobre as Escrituras.
2Se nelas estão seus recursos, antes que possam utilizá-los, é preciso esclarecer a quem pertence a posse das Escrituras, para que ninguém sem direito a tal prerrogativa seja admitido a usá-las.