LUX VERITAS

Apócrifos

Pistis Sophia

Sabedoria da Fé

3 capítulos · leitura e narração

Nota de leitura

Texto apócrifo ou pseudepígrafo — não faz parte do cânone das igrejas ocidentais, mas circulou amplamente entre judeus e cristãos antigos. Publicado aqui a partir de tradução em domínio público, revisado para leitura corrida.

Capítulos

Dossiê

Jesus, onze anos depois da ressurreição, ensinando aos discípulos o que não pôde ensinar antes — e Maria Madalena fazendo a maior parte das perguntas.

De onde vem este texto

Copta, dos séculos III ou IV d.C., preservado no Codex Askewianus, comprado por um livreiro londrino no século XVIII. É um dos textos gnósticos mais extensos que sobreviveram, e chegou à Europa antes mesmo da descoberta de Nag Hammadi.

Por que não está na Bíblia

Nunca esteve em cânone. É obra gnóstica tardia, escrita quando as fronteiras entre igreja e escolas gnósticas já estavam traçadas.

O que você vai encontrar

  • Abre onze anos depois da ressurreição, com Jesus ainda ensinando os discípulos — a moldura mais estranha desta literatura.
  • O vocabulário é de iniciação: Primeiro Mandamento, Primeiro Mistério, o Mistério Vinte e Quatro.
  • O texto admite que os discípulos não entendiam: pensavam que aquele Mistério era a cabeça de tudo o que existe.
  • A estrutura é de aula — pergunta, resposta, e a conferência de quem acompanhou.

Perguntas frequentes

Pistis Sophia é um evangelho gnóstico?
É um texto gnóstico, mas não no formato de evangelho: é um longo diálogo de ensino entre Jesus ressuscitado e os discípulos, dos séculos III ou IV.

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