E um dos servos, ouvindo-os, contou tudo isso ao prefeito, que, tomado de grande ira, condenou-os a serem lançados às feras.
2Lançados no anfiteatro, soltaram contra eles uma feroz leoa, a qual correu, abraçou os pés de Polixena e lambeu-lhe as solas dos pés.
3Então o prefeito e toda a cidade, vendo essa visão temível e maravilhosa, louvaram e glorificaram o Deus misericordioso, dizendo: Em verdade Tu existes, e Aquele que Polixena nomeia é o único Deus, pois os deuses dos gentios são obras das mãos dos homens, incapazes de salvar ou socorrer quem quer que seja.
4Pereçam eles juntamente com os que os fabricam!
5E o prefeito, levando imediatamente o filho e Polixena ao palácio, ouviu deles, em ordem e sem omissão, a fé e a religião em Cristo; ele e todos da cidade creram, e houve grande alegria e glorificação de Deus.
6Disse Polixena ao prefeito: Tem bom ânimo, meu senhor, pois brevemente virá o homem de Deus que vos instruirá perfeitamente, exortando-vos e iluminando-vos no conhecimento de Cristo.
7Ela, contudo, preparou-se com presteza para embarcar rumo à Espanha.